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Os registros mais antigos sobre as origens do povoamento de Itapipoca indicam que, pela metade do século XVIII, ali estabeleceu-se o português Jerônimo de Freitas Guimarães, que se aproximou de outros moradores que o precederam na conquista daquelas terras situadas entre o mar e serra
Juntos, eles criaram o arraial a que deram o nome de São José, posteriormente chamado de Vila Velha, depois Imperatriz e hoje Arapari, que é um distrito do município de Itapipoca.
Não obstante a criação desse aldeamento, em 1757, quando o Bispo Pernambuco dividiu em quatro freguesias o Curato de Acaracu, atual Acaraú, a sede de um deles não foi para Imperatriz e sim para São Bento da Ribeira do Aracati, consagrada a Nossa Senhora da cOnceição de Amontada, motivo pelo qual, lgúm tempo depois seria denominado São Bento da Amontada.
A Lei nº 364, de 29 de julho de 1846, tirou a sede da Freguesia de São Bento na Igrejinha que ali construíra o fazendeiro Manoel Gomes do Nascimento, para instalar em Imperatriz, que por essa época já ganhara a condição de município autônomo, por força da Resolução Imperial datada de 3 de fevereiro de 1823.
Em 1862, a Lei Nº 1.011 de 03 de novembro, transferiu a sede do município para o núcleo de Itapipoca, cuja economia baseada no comércio algodoeiro, foi fator determinante para que todo o município passasse a ser conhecido por tal denominação, oficializado pelo Decreto Nº 1, de 02 de dezembro de 1889.
Itapipoca, palavra tupi que significa " pedra rebentada ", foi elevada a categoria de cidade pela Lei Nº 1.288, de 31 de agosto de 1915.
A Diocese de Itapipoca foi criada a 13 de março de 1971, pela Bula " Qui summopere " do Papa Paulo VI, sendo seu primeiro Bispo D. Paulo Eduardo Andrade Ponte. A Matriz local referencia Nossa Senhora das Mercês, padroeira do Município.
publicado em 28/02/2008 por Auricélio Pontes